•  Reservas pelo Whatsapp: (22) 9 9266 8139
  •   Estrada Mury - Lumiar, Km 2,5, Alto 50, Mury - Nova Friburgo/RJ
  •  contato@refugiodosfalcoes.com.br
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Uma campanha do Refúgio dos Falcões

Como todos sabemos, o efeito estufa - causado pela
emissão em excesso de dióxido de carbono (CO2) -
é a grande ameaça de nosso tempo e de nosso
planeta.

Todos nós, sem exceção, contribuímos para a
degradação do meio ambiente em que vivemos,
seja no nosso dia a dia comum, ao andar de carro, ao assistir TV, a geladeira ligada o ano todo, a viagem
de avião.ou através de nossos empreendimentos.

Em quase todos os momentos de nossas vidas,
estamos causando um déficit ambiental.

O que podemos fazer para neutralizar de alguma forma este déficit?

Plantar árvores!

Em uma viagem de carro para um final de semana, por exemplo, você estará emitindo, através da queima do combustível do automóvel, gases suficientes para tornar mais quente a temperatura do planeta.

Como contribuir para um planeta melhor para você e seus filhos?

O Refúgio dos Falcões disponibilizou uma área para você plantar a sua árvore, uma espécie da mata Atlântica, que terá seu nome em uma placa gravada, e será sua contribuição para uma causa vital aos seres humanos.

Nós acompanharemos o desenvolvimento da sua árvore, e cuidaremos para que ela cresça saudável.
Você vai acompanhar também através da internet ou pessoalmente.

Neutralize a sua viagem de final de semana, ou a sua emissão de carbono.

O Refúgio está com você nessa jornada ambiental!

Escolha e compre sua muda, vamos plantá-la juntos durante sua hospedagem! As árvores plantadas irão absorver o carbono da atmosfera equilibrando a balança ambiental, além de outros benefícios, como preservação da qualidade do ar e da água e a proteção da biodiversidade.

Investimento

Para escolha e compra da muda, mais a confecção da placa com o nome da pessoa, além da manutenção pelo guardião da árvore e acompanhamento com fotos via e-mail, será cobrado o valor de R$ 35,00 por muda.

Opção Terra

Leonardo Boff - Teólogo

A marca registrada da Igreja da libertação com sua correspondente reflexão reside na opção preferencial pelos pobres, contra a pobreza e em favor da vida. Nos últimos anos começou-se a perceber que a mesma lógica que explora as pessoas, outros paises e a natureza, explora também a Terra como um todo, vista do consumo e da acumulação em nível planetário. Dai a urgência de se inserir na opção pelos pobres o grande pobre que é a Terra. A opção hoje não é tanto pelo desenvolvimento, ainda que sustentável, nem pelos ecossistemas em si, mas pela Terra. Ela é a condição prévia para qualquer outra realidade. Ela tem que ser preservada.

O relatório do Painel Inter-governamental das Mudanças Climáticas (IPCC) que envolveu 2500 cientistas de 130 paises, revelou dois dados estarrecedores: primeiro: o aquecimento global é irreversível e já estamos dentro dele; a Terra busca um novo equilíbrio; segundo, o aquecimento é um fenômeno natural mas que após a revolução industrial foi enormemente acelerado pelas atividades humanas a ponto de a Terra não conseguir mais regular a si mesma.

Segundo James Lovelock, em A vingança de Gaia (2007) anualmente se jogam na atmosfera cerca de 27 bilhões de toneladas de dióxido de carbono, que condensadas, equivaleriam a uma montanha de um 1,5 Km de altura com uma base de 19 quilômetros de extensão. É o efeito estufa que pode elevar a temperatura global, consoante o Painel, ainda neste século, entre 1,8 a 6,4 graus Celsius. Com as medidas que possivelmente serão tomadas, a elevação de 3 graus é tida como a mais provável, mas inevitável. A conseqüências serão incontroláveis, os oceanos subirão entre 18 a 59 cm, inundando cidades litorâneas como o Rio de Janeiro, haverá devastação fantástica da biodiversidade e milhões de pessoas correm risco de desaparecer.

Jacques Chirac, presidente da França, face a tais dados, disse com acerto: "chegou a hora de uma revolução no verdadeiro sentido da palavra: uma revolução das consciências, da economia e da ação política". Efetivamente, como não podemos parar a roda do aquecimento, podemos, pelo menos, desacelera-la mediante duas estratégias básicas: adaptar-se às mudanças; quem não se adapta, corre risco de morrer; minorar as conseqüências deletérias permitindo sobrevida à Gaia, aos organismos vivos, especialmente, aos humanos.

Aos três famosos Rs: Reduzir, Reutilizar e Reciclar, há de se acrescentar um quarto: Rearborizar todo o planeta, porquanto são as plantas que capturam o dióxido de carbono e reduzem consideravelmente o aquecimento global.

Esse quarto r é fundamental para a preservação da Amazônia. Suas florestas úmidas são as grandes reguladoras do clima terrestre. O desafio é como combinar desenvolvimento com a manutenção da floresta em pé.

Não podemos desmatar no nível que se estava fazendo. Mas nem de longe somos os campeões do desmatamento, como revelou recentemente E.E.Moraes em seu livro Quando o Amazonas corria para o Pacífico (2007). A África mantém só 7,8% de sua cobertura florestal, a Ásia, 5,6%, a América Central 9,7% e a Europa que mais nos acusa apenas 0,3%. O Brasil conserva ainda 69,4% de suas florestas primitivas e 80% da floresta amazônica.

Isso não desculpa nossos níveis de desmatamento nem é motivo de orgulho mas representa um desafio à nossa responsabilidade global para o bem do clima de todo o Planeta.